O encantador e suas serpentes...
-Eu sou uma cobra.
-E eu uma víbora.
-Mostrem me vossos dentes...são idênticos...
-Sim, mas eu sou uma víbora.-
-E eu uma cobra.
-Sim. Entendo, que me interessa, desde que ambas dancem...
...e o passarinho ( negro) entre as duas ( a cobra e a víbora)
perguntou-lhes se elas tinham dentes cariados...
é que ele fazia questão da mordidela sã!
...entretanto o encantador, admirou-se
com o atrevimento do passarinho negro.
Ps.O pequenos por vezes são os maiores.
Adivinhem quem chegou? ALMAS DE PORCELANA, edição angolana da poesia
seleccionada de Gociante Patissa até 2023. É uma co-edição da União dos
Escritores Angolanos e a Imprensa Nacional (que patrocinou e distribui a
obra)
-
Quem hoje esteve na Ilha de Luanda na noite de poesia que homenageou a obra
do confrade Bonavena pôde adquirir o seu exemplar. Mais novidades
oportunamente...
Há 2 semanas

1 comentário:
E o encantador, mais observador que era, encantava-se mesmo era com aquela leveza alada do passarinho, da inocência, que todo o resto era cobra ele.
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